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Como o e-commerce para indústrias pode ser uma grande oportunidade

Quando falamos de lojas virtuais, normalmente pensamos em marcas varejistas que já nascem ou se adaptam para a venda na Internet. No entanto, existe um movimento cada vez mais forte de e-commerce para indústrias, algo que pode mudar bastante o cenário atual.

A exclusividade do trabalho das indústrias B2B está diminuindo, e a necessidade de conversar diretamente com consumidores é cada vez maior. Entenda como essa transição está acontecendo e como você também pode se aventurar nisso com o conteúdo a seguir, do blog da ComSchool.

Como funciona o e-commerce para indústria?

Imagine que você é dono de uma indústria têxtil. Por muitos anos, você fabricava uniformes que, então, eram vendidos por lojas especializadas no ramo para ficarem disponíveis ao público. Sua relação era diretamente com outra empresa, sem ter contato algum com os consumidores finais do seu produto.

Agora, contudo, as coisas mudaram, pois novas oportunidades surgiram com a Internet. E, lentamente, você vê que outras indústrias já estão fazendo algo diferente do comum: vendendo diretamente para o consumidor final, sem precisar de varejistas para estabelecer esse contato.

O e-commerce para indústria funciona exatamente dessa maneira. Em vez de as empresas manterem o tradicional relacionamento B2B clássico das indústrias, elas estão se aventurando ao criar as próprias lojas on-line para vender os produtos que fabricam.

Segundo dados levantados pela E-commerce Brasil em parceria com o Sebrae, 8% das lojas virtuais já são do setor industrial, e esse número só deve crescer. No entanto, esse não é um processo simples e pode levar anos para ser implementado, mesmo para nomes de peso no mercado.

A estratégia das lojas de indústrias

O conceito de indústrias vendendo diretamente para os consumidores finais não é novo, de certa maneira. A estratégia D2C já existe há muito tempo e até mesmo as lojas de fábrica podem ser um exemplo de como isso acontece.

No entanto, quando se trata de vender on-line, esse conceito muda ligeiramente e isso pede muita atenção das indústrias que buscam se aventurar nesse novo conceito. Isso porque lojas virtuais não têm exclusividade — qualquer pessoa, de qualquer lugar, pode comprar o que quiser.

Dessa forma, é preciso traçar estratégias coerentes em relação às parcerias com as empresas varejistas que disponibilizam os produtos da indústria. Na maioria dos casos, não é vantajoso para nenhum dos lados quebrar esse laço construído em muitos anos.

Dito isso, é importante que cada empresa tenha um plano bem-estruturado e claro sobre como essa dinâmica irá acontecer. Dois exemplos de sucesso explorados pela matéria “Indústria e e-commerce”, de Caio Colagrande, são a Coca-Cola e a Suvinil.

Coca-Cola

A gigante de refrigerantes, em vez de vender os próprios produtos que todos já conhecem, apostou em outra vertical. Atualmente, vende itens como sapatos, mochilas e os clássicos copos da Coca-Cola, que fãs fiéis da marca têm interesse em comprar.

Suvinil

Já a Suvinil foi por outro caminho: os produtos disponibilizados no site da empresa são os mesmos que os parceiros varejistas oferecem. No entanto, a venda acontece no estilo marketplace. Assim, quando o cliente coloca o seu CEP no sistema, o parceiro varejista mais próximo faz a venda.

O que levar em conta

Antes de criar um e-commerce B2B ou B2C, é importante levar em consideração alguns desafios que irão aparecer. Por isso, a indústria tem que estar preparada para não apenas fazer mudanças em processos já existentes, mas também criar novos.

Logística

Se a sua empresa vai ser responsável pela venda e entrega dos produtos, é importante ter um sistema logístico específico para esse tipo de envio. A distribuição de produtos para varejistas é bem diferente da entrega para consumidores finais.

Relacionamento com o cliente

Para ter uma loja virtual de sucesso, é preciso ter bom relacionamento com os clientes. Esse é um desafio do e-commerce para indústrias, visto que estas não costumam lidar com os consumidores finais com frequência. Estratégias omnichannel podem ajudar nesse aspecto.

Infraestrutura

De nada adianta criar um lindo projeto para e-commerce se o site da sua empresa não tem estrutura suficiente para suportar as visitas dos clientes. Por isso, tenha uma boa equipe de TI para garantir que sua plataforma mantenha-se ativa.

Marketing

O marketing é uma maneira de incentivar a compra dos clientes, aplicando diversas estratégias para tal. Por isso, ter profissionais capacitados para alavancar a conversão da sua página é outro passo importante para ter um negócio de sucesso na Internet.

Qualidade

A qualidade do seu serviço e dos seus produtos será analisada e comentada pelos seus clientes. Por isso, investir em processos rigorosos de controle de qualidade trará bons frutos no futuro, especialmente quando se lida diretamente com o consumidor final (o relacionamento com o cliente também conta muito aqui).

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